Atualizado em 10 de agosto de 2026.
Duas coisas no mesmo documento, porque andam juntas: as regras de usar a Comandera, e o acordo de tratamento de dados entre o seu restaurante e a gente. Está escrito para você entender sem advogado. Onde a lei obriga a dizer de um jeito específico, a gente diz daquele jeito e depois explica.
Um ponto de venda para restaurantes. Você abre contas, manda comandas para a cozinha, recebe, faz o fechamento, e fica registrado quem fez o quê. A gente vende por unidade.
A gente não processa os pagamentos dos seus clientes, não é a sua contabilidade, e não emite documento fiscal: nem NFC-e, nem cupom pelo SAT, nem CFDI no México, nem fatura certificada em Portugal. O recibo que você compartilha é um comprovante para o cliente, não documento fiscal. Se você precisa emitir, continue emitindo por onde emite hoje.
Você entra com o seu número de celular. O que acontecer a partir da sua conta conta como seu, então as senhas da sua equipe são suas de cuidar. Uma senha de seis dígitos diz quem está no aparelho; não é senha de acesso e não trate como se fosse.
Você cancela quando quiser, sem contrato e sem fidelidade. O plano grátis é uma unidade, completo, sem prazo.
Em resumo, e é o que a LGPD pede que esteja claro:
A Comandera guarda o nome de cada pessoa junto do que ela fez: o que cancelou, que desconto aplicou, o que recebeu. Esse registro é o produto e não faz sentido sem nome.
Isso deixa o seu restaurante responsável por uma obrigação que é sua e não nossa: contar para a sua equipe que existe. Pela LGPD, quem tem os dados tratados tem direito de saber o que fica registrado do trabalho dele e para quê. Não precisa de documento solene; precisa que eles saibam.
A gente pede por duas razões. A primeira é que a lei exige e o descumprimento seria seu. A segunda é prática: um registro que a equipe conhece é respeitado, e um que descobrem por acaso parece armadilha, que é exatamente o que faz as pessoas pararem de confiar no sistema.
Se alguém da sua equipe pedir para a gente apagar os dados dela, a gente apaga. Esse direito é dela, não dá para assinar contra nem da sua parte nem da nossa, e a gente cumpre peça quem pedir e esteja onde estiver.
O que a gente tira é o nome; o que aconteceu fica. Um cancelamento continua contado e o fechamento continua batendo, só que sem ninguém apontado. É assim por dois motivos que apontam para o mesmo lugar: apagar a venda inteira deixaria os livros do restaurante sem bater, e uma venda apagada é justamente o que este produto existe para detectar. A pessoa some do registro, o dinheiro não.
A Comandera é oferecida como está. A gente faz o possível para ficar sempre no ar e para os números estarem certos, e mesmo assim vai ter queda e vai ter erro. Continue conferindo o seu caixa.
O produto ajuda você a ver o que acontece no seu restaurante. Ele não acusa ninguém, e nenhum número dele é prova de nada sozinho. O que você decidir fazer com uma pessoa a partir do que vir aqui é decisão sua e responsabilidade sua.
Até onde a lei permitir, nossa responsabilidade se limita ao que você tiver pago para a gente nos últimos doze meses.
Se isso mudar de forma importante, a gente avisa dentro do aplicativo antes de valer.
Comandera · ola@comandera.com